Na Mídia

Super Pop transforma luta do movimento LGBT em barraco pela audiência

Na última segunda-feira, 20 de outubro, o Super Pop conseguiu superar o limite da burrificação do seu telespectador. O programa da RedeTV, liderado pela apresentadora Luciana Gimenez transformou a luta do movimento  LGBT em barraco para buscar audiência.

Entre quem participava do debate estavam o militante LGBT Bill Santo, que foi candidato a Deputado Federal pelo PSOL-SP, o ex-bbb assumido homossexual Vavá, um pastor evangélico e a transexual que se diz contra o movimento LGBT e sua luta Talita Oliveira.

O programa começa baixando o nível ao afirmar, ainda sem conclusão de investigação, que o movimento LGBT ameaçou a vida de Talita Oliveira, que hoje recebe apoio da bancada evangélica, o que inclui o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP).

Bill Santos teve pouca chance de falar. Mesmo com boas expressões, era necessário alguém tão qualificado quanto ele para o debate. O que já demonstrou a intenção em transformar a discussão em um barraco de ofensas em prol do mínimo de audiência para o programa de Luciana Gimenez. Uma pena.

Feliciano e Talita usaram durante o programa, as nomenclaturas transfobia (preconceito contra transexuais) e lesbofobia (preconceito contra lésbicas) como chacota ao movimento. Feliciano afirmou que “cada hora eles [LGBT] criam um nome diferente, nem eles mesmo sabem o que querem”.

Sem dúvida, por audiência, Luciana, sua direção e produção poderiam procurar outro modo de conseguir.

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