Subversão

Existe vida LGBT na periferia

Para quem acha que a vida LGBT acontece penas nos centros das grandes cidades; por exemplo, em São Paulo entre a República, Bela Vista e Vila Madalena; o Festival Trans mostra que não. Durante todo o mês de março, o evento debate o que é ser LGBT na periferia. E a programação é boa.

O Festival Periferia Trans começou dia 6 de março, mas ainda há uma ampla agenda marcada até dia 28. A programação, toda gratuita, apresenta espetáculos teatrais e de dança, além de oficinas e documentário, no Grajaú.

Na próxima quinta-feira, no Galpão Cultural Humbalada, às 20h, está marcado o monólogo “Como Sempre Somos Motivos de Chacota”, que depoimento de uma travesti sobre episódios peculiares em uma experiência de vida noturna. Ela volta no tempo e acessa parte de suas emoções e lembranças.

O espetáculo de dança “Jandira”, se apresenta na sexta-feira, 12. Feito por Kleber Lourenço, traz como fonte de inspiração a poesia modernista do escritor mineiro Murilo Mendes, para falar de construlções arquetípicas do universo feminino.

No próximo sábado é a vez da exibição do documentário “De Gravata E Unha Vermelha”, de Miriam Chnaiderman, com Dudu Bertholini, Laerte Coutinho, Rogéria, Ney Matogrosso, João W. Nery, entre outros. O doc. é inspirado na cartunista Laerte e propõe uma reflexão sobre a construção do próprio corpo e do gênero de levantar questões da luta LGBT.

Para saber da programação completa do Festival Trans, acesse o site oficial.

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